terça-feira, 12 de abril de 2016

6. Gerenciamento de tempo

O Gerenciamento do tempo do projeto inclui os processos necessários para gerenciar o término pontual do projeto.
Processos de gerenciamento do tempo do projeto
6.1 Planejar o Gerenciamento do Cronograma—O processo de estabelecer as políticas, os procedimentos, e a documentação para o planejamento, desenvolvimento, gerenciamento, execução e controle do cronograma do projeto.
6.2 Definir as Atividades—O processo de identificação e documentação das ações específicas a serem realizadas para produzir as entregas do projeto.
6.3 Sequenciar as Atividades—O processo de identificação e documentação dos relacionamentos entre as atividades do projeto.
6.4 Estimar os Recursos das Atividades—O processo de estimativa dos tipos e quantidades de material, recursos humanos, equipamentos ou suprimentos que serão necessários para realizar cada atividade.
6.5 Estimar as Durações das Atividades—O processo de estimativa do número de períodos de trabalho que serão necessários para terminar atividades específicas com os recursos estimados.
6.6 Desenvolver o Cronograma—O processo de análise das sequências das atividades, suas durações, recursos necessários e restrições do cronograma visando criar o modelo do cronograma do projeto.
6.7 Controlar o Cronograma—O processo de monitoramento do andamento das atividades do projeto para atualização do seu progresso e gerenciamento das mudanças feitas na linha de base do cronograma para realizar o planejado.
Renata Collins  Renata Collins  Renata Collins  Renata Collins  Renata Collins Renata Collins Renata Collins

sábado, 5 de março de 2016

5. Gerenciamento de Escopo

O gerenciamento do escopo do projeto inclui os processos necessários para assegurar que o projeto inclui todo o trabalho necessário, e apenas o necessário, para terminar o projeto com sucesso. O gerenciamento do escopo do projeto está relacionado principalmente com a definição e controle do que está e do que não está incluso no projeto.
Abaixo, uma visão geral dos processos de gerenciamento do escopo do projeto, que inclui o seguinte:
5.1 Planejar o Gerenciamento do Escopo—O processo de criar um plano de gerenciamento do escopo do projeto que documenta como tal escopo será definido, validado e controlado.
5.2 Coletar os Requisitos—O processo de determinar, documentar e gerenciar as necessidades e requisitos das partes interessadas a fim de atender aos objetivos do projeto.
5.2 Definir o Escopo—O processo de desenvolvimento de uma descrição detalhada do projeto e do produto.
5.3 Criar a EAP—O processo de subdivisão das entregas e do trabalho do projeto em componentes menores e mais facilmente gerenciáveis.
5.5 Validar o Escopo— O processo de formalização da aceitação das entregas concluídas do projeto.
5.5 Controlar o Escopo—O processo de monitoramento do andamento do escopo do projeto e do produto e gerenciamento das mudanças feitas na linha de base do escopo.
Renata Collins Renata Collins Renata Collins Renata Collins Renata Collins Renata Collins

domingo, 7 de fevereiro de 2016

4. Gerenciamento da integração do projeto

Esta área do conhecimento descreve os processos que integram elementos de gerenciamento do projeto. Na integração, busca-se desenvolver a abertura do projeto, bem como o plano de gerenciamento; orientar e gerir sua execução, monitorar todo o andamento do projeto, controlar mudanças e fazer encerramentos de fases e do projeto em si. O gerente do projeto age como integrador dos processos e das pessoas.
Renata Collins
O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e atividades para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar os vários processos e atividades dentro dos grupos de processos de gerenciamento do projeto. No contexto de gerenciamento de projetos, integração inclui características de unificação, consolidação, comunicação e ações integradoras que são essenciais para a execução controlada do projeto até a sua conclusão, a fim de gerenciar com sucesso as expectativas das partes interessadas, e atender aos requisitos. O gerenciamento da integração do projeto inclui fazer escolhas sobre alocação de recursos, concessões entre objetivos e alternativas conflitantes e gerenciamento das dependências mútuas entre as áreas de conhecimento de gerenciamento de projetos.
O gerenciamento da integração define onde e quando concentrar recursos e esforço, tratando problemas antes de se tornarem críticos e coordenando o trabalho visando sempre o sucesso do projeto. Alguns aspectos a serem considerados:
  • Os processos de controle de mudanças estão alinhados com as diretrizes de controle de mudanças do PMO?
  • As metas e os objetivos do projeto estão evidenciados no plano do projeto?
  • Avaliar de maneira integrada qualquer necessidade de replanejamento.
  • Usar o plano de gerenciamento das comunicações para garantir informações disponíveis para as áreas necessárias.
Processos do gerenciamento da integração do projeto:
4.1 Desenvolver o Termo de Abertura do Projeto—O processo de desenvolver um documento que formalmente autoriza a existência de um projeto e dá ao gerente do projeto a autoridade necessária para aplicar recursos organizacionais às atividades do projeto.
4.2 - Desenvolver o Plano de Gerenciamento do Projeto—O processo de definir, preparar e coordenar todos os planos subsidiários e integrá-los a um plano de gerenciamento de projeto abrangente. As linhas de base e os planos subsidiários integrados do projeto podem ser incluídos no plano de gerenciamento do projeto.
4.3 Orientar e Gerenciar o Trabalho do Projeto—O processo de liderar e realizar do trabalho definido no plano de gerenciamento do projeto e implementação das mudanças aprovadas para atingir os objetivos do projeto.
4.4 Monitorar e Controlar o Trabalho do Projeto—O processo de acompanhar, revisar e registrar o progresso do projeto para atender aos objetivos de desempenho definidos no plano de gerenciamento do projeto.
4.5 Realizar o Controle Integrado de Mudanças—O processo de revisar todas as solicitações de mudança, aprovar as mudanças e gerenciar as mudanças nas entregas, ativos de processos organizacionais, documentos do projeto e no plano de gerenciamento do projeto, e comunicar a decisão sobre os mesmos.
4.6 Encerrar o Projeto ou Fase—O processo de finalização de todas as atividades de todos os grupos de processos de gerenciamento do projeto para encerrar formalmente o projeto ou a fase.
Renata Collins Renata Collins Renata Collins Renata Collins  Renata Collins Renata Collins

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Beacon: o GPS que ajuda sua marca a localizar as melhores oportunidades

Precisão, personalização e praticidade: conheça os beacons, estes pequenos dispositivos de localização via bluetooth que podem fazer grandes coisas pelas suas operações
Se você está pesquisando sobre beacons, certamente deve ter ouvido falar deles por aí. E a tendência é que ouça com uma frequência cada vez maior. Porque, embora muito recente, o termo beacon designa um pequeno dispositivo que vem ganhando cada vez mais destaque, sobretudo nas lojas de varejo. E nós não poderíamos deixar de te contar mais sobre uma novidade que pode oferecer várias oportunidades de negócio.
O que são exatamente os beacons?
A tradução imediata é “farol”. E de fato, os beacons operam como um. Afinal, de acordo com este artigo, um beacon é um minúsculo dispositivo que emite sinais por meio de tecnologia bluetooth low energy, também conhecida como bluetooth 4.0. Os sinais podem ser captados por aplicativos de smartphones e tablets. Desta forma, podem ser interpretados como gatilho para uma determinada ação no app.
OU SEJA, O BEACON É UMA ESPÉCIE DE GPS INDOOR QUE CONSEGUE LOCALIZAR, COM PRECISÃO INCRÍVEL, POR QUAL GÔNDOLA UM CLIENTE CAMINHA DENTRO DE UMA LOJA DE DEPARTAMENTOS, POR EXEMPLO.
Assim, esse pequeno dispositivo consegue enviar ofertas altamente personalizadas a esse cliente, tendo como base o histórico com uma marca e a movimentação pelo ponto de venda.
Como é que funcionam os beacons?
Este artigo do Proxxima dá a palavra a um dos maiores defensores da novidade no Brasil: Sergio Percope, diretor da Pontomobi. De acordo com ele, os beacons trabalham em conjunto com os smartphones dos clientes, que devem estar com Bluetooth ativado – e também devem ter um aplicativo da loja instalado. É o beacon que fala com o cliente, por push notifications. “O aplicativo não precisa estar rodando, mas é nele que estará arquivado todo o histórico do cliente com a loja. E isso, sim, é o que possibilita a oferta de mensagens praticamente individualizadas”, explica Percope.
Outro entusiasta dos beacons é Bruno Ruffo, CEO da Kiddo Labs. Ele afirma que, por serem pequenos, utilizarem o bluetooth low energy e por serem extremamente precisos, os dispositivos possibilitam a distinção entre dois sensores a centímetros de distância. “Agora é possível identificar o consumidor que entra na loja, conhecer o seu trajeto ao caminhar pelas seções e apresentar, baseadas em seus hábitos de consumo, ofertas e informações exclusivas para cada produto com uma agilidade impressionante”, diz Ruffo.
Qual a diferença desse bluetooth low energy?
Em relação ao bluetooth comum, o BLE tem dois grandes diferenciais: o primeiro é que gera ondas de rádio, o que faz com que seja mais poderosa a sua penetração em meios físicos (paredes). E o segundo diferencial é que, como o próprio nome indica, o bluetooth low energy consome bem menos energia – apenas uma fração da bateria dos aparatos.
Mas, o beacon não funcionaria como as ações de bluetooth de antigamente?
Não, porque a tecnologia do beacon é muito mais personalizável. Ainda mais se você comparar com aquelas antigas ações de grandes lojas,em que elas pediam para que os clientes ativassem o bluetooth mas enviavam ofertas aleatórias, sem base alguma em suas preferências.
Afinal, faz muito mais sentido oferecer um rótulo novo de cerveja para alguém que sempre compra a bebida do que para uma senhorinha que só leva vegetais e chás, não?
Algum exemplo de como se utiliza um beacon?
Como muita gente ainda torce o nariz para a tecnologia, ela ainda não é vastamente utilizada. Mas há exemplos muito bacanas de aplicação de beacons: as lojas Apple, por exemplo. Se o cliente, por acaso, se aproxima da seção de iPhones com um aparelho antigo, o sensor dispara uma mensagem sugerindo o upgrade. Pode-se até realizar a compra pelo próprio celular.
Isso em se tratando de varejo, mas há muitos outros usos possíveis para os beacons. O vídeo abaixo mostra algumas dessas aplicações, como um restaurante pode aproveitar da tecnologia, enviando ofertas para clientes e viabilizando o pedido sem que eles tenham que comunicá-lo com os garçons, entre outras (em inglês):
O mesmo vale para cafeterias, supermercados, barbearias, tabacarias, farmácias… Enfim, qualquer estabelecimento comercial que queira sofisticar as relações com seus clientes.
Outra aplicação possível para os beacons diz respeito à circulação dentro de edificações. Sim, nos lugares onde o GPS não funciona direito, os dispositivos possibilitarão essa geolocalização indoor. Será possível até triangular os sinais para obter um posicionamento exato dentro de um estabelecimento. Já imaginou entrar em um prédio, escola, clube e ter um guia virtual na sua mão para encontrar os lugares que procura?
Um outro uso para os beacons se relaciona ao conceito de internet das coisas, que abordamos neste artigo. Muito resumidamente, a internet das coisas é a conexão que se estabelece entre geladeiras, luzes, ar condicionados, televisões e demais aparelhos. Os beacons, assim, agiriam como facilitadores, para configurar um ambiente de acordo com a pessoa que lá está.

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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos Pmbok - 5ª edição

O Guia PMBOK® define os aspectos importantes de cada área de conhecimento e como ela se integra com os cinco grupos de processos. Como elementos de apoio, as áreas de conhecimento fornecem uma descrição detalhada das entradas e saídas do processo e uma explicação descritiva das ferramentas e técnicas usadas com maior frequência nos processos de gerenciamento de projetos para produzir cada resultado.
Agora iremos detalhar as áreas de conhecimento específicas do Guia PMBOK® e seus processos com suas entradas, ferramentas e técnicas e suas saídas.Para cada área de conhecimento, teremos uma seção para explicar o que é a área de conhecimento, seus fundamentos e todos os seus processos definidos no Guia PMBOK®.
Para cada um de seus processos, apresentaremos suas entradas, ferramentas e técnicas e suas saídas. Sempre oferecendo exemplos práticos, templates e informações complementares para auxiliar no seu entendimento.
Para o gerente de projetos iniciantes, sugerimos a leitura na sequência abaixo conforme proposta do Guia PMBOK®. Para o gerente de projetos com conhecimento avançado, sugerimos que selecione a área de conhecimento abaixo que necessita de maiores informações:

Renata Collins

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Processos de gerenciamento de projetos

Introdução
O Guia PMBoK é um guia de boas práticas. Verificamos que ele é apenas um guia e não uma metodologia, não é algo amarrado. O Guia PMBoK possui diversos processos, ferramentas e técnicas, porém não se usa tudo e sim aquilo que é realmente necessário num projeto. O guia não determina como será gerenciado um projeto, ele apenas dá boas práticas. A equipe determina quais processos são apropriados, ou seja, há processos que em determinado projeto são inapropriados. Além disso, o PMBoK identifica um subconjunto do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos. Ou seja, o guia possui informações consensuais que foram identificados por profissionais da área e que se forem usados nos projetos aumentam as chances de sucesso nesses projetos.
Processos de GerenciamentoExistem basicamente cinco Grupos de Processos, são eles: Iniciação, Planejamento, Execução, Monitoramento e Controle, e Encerramento.
Renata Collins
No gráfico acima podemos verificar a interação entre os processos. Por exemplo, na figura acima observa-se que os processos de iniciação interagem com os processos de planejamento, os processos de planejamento interagem com os processos de execução e assim por diante. Isso significa, por exemplo, que temos processos de iniciação que geram saídas para os processos de planejamento. Processos de uma mesma área também podem gerar saídas para serem entradas para processos da mesma área. Portanto, os processos de alguma forma se relacionam uns com os outros.
A aplicação dos processos também pode ser iterativa, ou seja, na medida em que o projeto vai se desenvolvendo alterações vão sendo feitas nos processos. Às vezes inclusive o planejamento do projeto precisa ser alterado devido alguma mudança requerida pelo cliente e isso teria como efeito revisitar os processos de planejamento, tendo como saída um novo planejamento do projeto. Assim, verificamos que os mesmo processos são abordados novamente, isso nos remete a essa iteratividade nos processos.
Grupos de processo não são fases do projeto. Grupos de Processos é simplesmente um agrupamento dos processos contidos no PMBoK. Existem alguns processos que tem mais a ver com Processos de Iniciação, outros com Planejamento e assim sucessivamente. Os 42 processos do guia PMBoK são divididos nesses 5 grupos de processo. No Processo de Iniciação tem-se dois processos, no processo de Planejamento temos 20 processos, no processo de execução temos 8 processos, no controle temos 10 processos e no encerramento temos 2 processos.
Renata Collins
Grupos de Processos de Iniciação
O Grupo de Processos de Iniciação possui dois processos realizados para definir um novo projeto ou uma nova fase de um projeto existente, através da obtenção da autorização para iniciar o projeto ou a fase. Se o projeto é dividido em fases cada um dos processos do grupo de iniciação é revisitado em cada uma das fases. Ou seja, abordamos novamente os processos de iniciação. Neste grupo de processos o escopo inicial é definido e os recursos financeiros iniciais são comprometidos. Além disso, os processos deste grupo também ajudam a decidir se o projeto deve ser continuado, adiado ou interrompido.
Grupos de Processos de Planejamento
Este grupo possui 20 processos realizados para definir o escopo do projeto, refinar os objetivos e desenvolver os cursos de ação necessários para alcançar os objetivos para os quais o projeto foi criado. Um plano de gerenciamento é um conjunto de planos como um plano de gerenciamento de escopo, um plano de gerenciamento de tempo, um plano de gerenciamento de custo além de outros planos auxiliares.
O Planejamento do projeto é iterativo e continuo progressivamente, não precisa-se definir todo planejamento do projeto no seu inicio e sim em ondas sucessivas na medida que o projeto vai evoluindo e mais informações vão sendo coletadas. Os processos de planejamento definem como a execução deve ocorrer, com seu escopo, tempo, custo além de outros planos definidos conforme o plano.
Grupos de Processos de Execução
O grupo de execução possui outros 8 processos utilizados para executar o trabalho definido no plano de gerenciamento do projeto para satisfazer as especificações do mesmo.Nesses processos é que a maior parte do orçamento será consumido. Também durante a execução é que pode ser necessário atualizar o planejamento e mudar alguns planos de gerenciamento.
Grupos de Processos de Controle e Monitoramento
Este Grupo de Processos possui 10 processos necessários para acompanhar, revisar e regular o progresso e o desempenho do projeto, identificar todas as áreas nas quais serão necessárias mudanças no plano e iniciar mudanças correspondentes.
É nos processos deste grupo que o desempenho do projeto é observado e mensurado de forma periódica e uniforme para identificar variações em relação ao plano.
Grupos de Processos de Encerramento
Este grupo possui 2 processos executados para finalizar todas as atividades de todos os processos visando encerrar formalmente o projeto ou a fase. Os processos de encerramento incluem a aceitação do cliente e do patrocinador, revisão pós-projeto ou fase, documentar lições aprendidas, atualizar ativos dos processos e arquivar documentos relevantes.